Do Rio Douro ao Lago Niassa - Confidências de um Pescador/Marinheiro

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hugo Chavez O Amigo Português

Quem é Amigo quem é???
Venezuela paga 42 milhões por navio recusado pelos Açores. O Atlântida foi recusdado pelo Governo Açoriano por não atigir a velocidade máxima prevista no contarto .
A venda do navio será formalizada até ao final desta semana. Falta todavia, definir a data em que a embarcação irá zarpar rumo ao país sul-americano governado por Hugo Chavez.
O navio, parado desde Maio de 2009 nos Estaleiros Navais de Viana do castelo (ENVC) foi encomendado e posteriormente, rejeitado pelo  Governo dos Açores por não cumprir os 18 nós de velocidade máxima prevista no contrato.
O negócio de venda do ferry boat foi ultimado durante o fim de semana numa reunião entre administração  e os estaleiros (propriedade do estado português) e a empresa estatal Petróleos da Venezuela.
Em comunicado à imprensa, o Conselho da Administração da Companhia considera que este acordo " representa um marco de grande importânciaa para os estaleiros, quer em termos estratégicos, quer em termos financeiros".
Aquando da deslocação o chefe do governo venezuelano admitiu a possibilidade de outras compras.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sinto-me envergonhado

Dar a cara sem vergonha
blogue: grupalctrabs.blogspot.com
Acabei de chegar de assistir  uma vez mais a m bando de pessoas sems pingo de dignidade pelas camisolas que indevidamente vestem.
O Spoting e quem o ama devia merecer mais repeito dessa estirpe.
 Ando há muitos e muitos anos a acompanhar o Sporting e as suas equipas mas, como isto nunca tenho mesmo ideia de que algum dia tal tenha acontecido.
Falta de dignidade e de respeito pelo seu historial e por quem o ama.
Apetecia-me dizer tudo o que me vai na alma, mas por amor e respeito ao clube e à gente sério que por ainda lá anda alguns a servi-lo e a remar contra  a maré, vou-me ficar por este pequeno desabafo.
Só mais um apelo: - Tenham vergonha.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Dedicado especialmente ao Valdemar Alves

Um explicação a Fernando Silva
blogue: grupalctrabs.blogspot.com

Uma boa história à maneira de João Ratão. Fingiu ser médico em seis clínicas.
Daniel Castro Silva medicou durante quatro anos, em Lisboa, e no Algarve.
Actualmente mais de 300 pessoas eram seguidas pelo falso médico, bastante educado e muito atencioso.
Daniel de Castro e Silva , 52 anos conseguiu enganar milhares de doentes.
Durante quatro anos, fingiu ser médico e deu consultas em seis clínicas - cinco na região de Lisboa e uma no Algarve - algumas delas ligadas a lares de terceira idade.
O esquema do burlão foi agora descoberto e Daniele Silva acabou por ser apanhado pela Universidade Nacional de combate à corrupção da Polícia Judiciária.
Presente a Juiz esta semana o falso médico foi sujeito a termo de identidade e residência e proibido de frequentar clínicas.
O homem demonstrava-se sempre bastante confiante no exercicio das suas funções e não se coibia em tratar doentes muito graves.
Roubava vinhetas para passar recibos a doentes.
As três clínicas localizavam-se na Buraca (Amadora) uma em Loures, outra em Alcoitão (Cascais) e ainda outra em Almancil (Loulé).
Ao longo dos anos, no papel de médico, chegou a ser promovido.
Na casa de saúde e Repouso da Buraca, era gerente, e na Clínica Geriátrica do Lar São João da Buraca exercia as funções de administrador.
Aos amigos e proprietários das Clínicas, garantiu que chegou a trabalhar no hospital de Santa Maria, em Lisboa, mas alegou que foi despedido após ter cometido um acto de negligência.
Depois de uma leitura atenta e um curricúlo destes ditem de vossa justiça!!!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Idosos, Carinho e Amor

Ajudem-nos a combater este flagelo
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.Não vai muito longe os tempos em que os velhos eram considerados um manancial de sabedoria adquirida pela experiência, respeitados pelos mais jovens.
Hoje nesta sociedade egoísta, capitalista e sem valores morais, colocam-se os velhos em lares ou deixam-se sozinhos, porque não há tempo nem disposição para tratar deles em casa.
Nunca ninguém se deveria esquecer que eles nunca nos abandonaram quando deles precisavamos.
Será que a isto se pode chamar ainda  familia? Quando como familia, apenas aparecem só para reclamar heranças?
E o que faz a Segurança Social para arranjar soluções válidas para os mais abandonados?
Porque o Estado tem a obrigação de assegurar uma vida condigna áqueles que durante uma vida trabalharam e descontaram pagando os seus impostos.
Infelizmente vive-se num tempo em que o Idoso para muitas familias e o Estado (que tem obrigações) nada significa e até será para eles um abuso ele ter ousado viver tantos anos!!!
Será que ainda tem cabimento um apelo como este:
Amem os nossos/vossos idosos e dêem-lhes o amor e carinho que devem merecer por direito próprio.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

UMA LOURA ALENTEJANA

Cumprir perante os Amigos
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                        Três amigas alentejanas! , só mesmo de Loura...
Três amigas alentejanas estavam na conversa, quando uma delas comenta
com a outra sobre as suas relações sexuais com o marido:
-Nunca te aconteceu, quando fazes amor com o Carlos, tocares nos
tomates dele e estarem frios?
-A outra responde:
-Sim, sempre que nós fazemos amor, eu percebo que estão frios.
-E tu, quando o fazes com o Rafael?
-Sim, estão sempre frios! Responde a outra.
Nisto, diz a alentejana loira:
-Bom, nunca parei para reparar nesse detalhe mas, esta noite, quando
tiver com o Maneli, vou toca-los para ver.
-Está bem, então amanhã contas como foi! Dizem as outras.
No dia seguinte, a alentejana loira aparece toda cheia de hematomas,
os olhos roxos e sem alguns dentes.
As amigas ficaram surpreendidas,  perguntaram o que lhe aconteceu e a
outra responde muito   nervosa:
-A culpa é toda vossa!!!
-Mas porquê? Perguntam as amigas.
-Porque quando toquei nos tomates do Maneli disse: -"Ai Maneli, porque
é que tu não tens os tomates frios como os do Carlos e os do
Rafaeli?"...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Morrer Sozinho em Casa

Se acaso tiver alguma sorte de antes se ter apaixonado pelo Mar, pode morrer a ver este amor.

Ser solidário em regime de total voluntariado


O debate sobre a tal geração idiota de que tanto falam, que coitados, uns tantos se fartam de queimarem as células nervosas nos bancos das escolas, passam de anos com faltas e sem exames, têm cursos da treta suportados pelos contribuintes e, ainda por cima, são uns escravos que vivem em casa dos papás, continuam cheios de gás  e de muitas horas das intelectuais do costume.
Parece que uma das queixas recorrentes dessa pobre gente são os privilégios conquistados pelos mais velhos, os tais que lhe pagam os estudos, a comidinha, a cama, a roupa lavada, o popô, a gasolina e as saídas à noite.
Acontece agora entrou na agenda a solidão dos idosos.
Pois é!
Estes sortudos recebem pensões de miséria depois de uma vida de trabalho e o único direito que têm adquirido é o de morrerem.
Sózinhos em casa e sem um pingo de amor a brotar desses idiotas à sua volta.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Solidão Mata

Os casos das pessoas que morrem sózinhas em casa sem ninguém que dê pela sua  falta estão a evidenciar alguns dos traços mais negativos do Estado que temos.
Que as pessoas mais velhas são abandonadas por um Estado cada vez mais mergulhado na lógica  do puro apreendimento  fiscal, olhando para cada um dos portugueses como meros números, não é novidade. Os mais velhos são os que mais sofrem com a falta ou inoperância dos serviços de saúde.
São os que mais sofrem com o fim dos transportes hospitalares, com o fim dos postos médicos,com os medicamentos mais caros, com as listas de cirurgia intermináveis, com o desemprego prematuro.
São os que mais sofrem com um Estado incompetente que para o equilibrar os seus buracos financeiros saca à esquerda e direita sem olhar a quem.
Estes casos mostram porém mais : tribunais que se escondem  em justificações inacreditáveis para fugir de serviço público, serviços estatais como o Fisco e a Segurança Social, incapazes de meter as pessoas à frente das suas imparáveis lógicas burocráticas; polícias tolhidos por uma mentalidade funcionalizada; empresas públicas ou onde o Estado tem posições estratégicas (como a EDP) sem pingo de sensibilidade social.
A solidão mata, mas um País assim mata muito mais.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Cansaço

Cansa-me viver num país
onde existem poucos partidos sérios
e muitos políticos corruptos.

Cansa-me viver num país que não lê
que não se educa, que não tem inteligência
nem imaginação para criar nada
que não seja uma má cópia de
países estrangeiros.

Cansa-me viver num país que
como um pénis se ergue para fazer piadas
sobre as desgraças do mundo
mas que não tem tomates
para saír à rua
e lutar contra a injustiça,
contra a pobreza, contra o desemprego.

Cansa-me viver neste rectângulo cheio de sol e paz,
de boa gastronomia,
porém abandalhado por um povo nativo
de péssimos costumes.

Pessoa tinha razão:
"Senhor falta cumprir-se Portugal"
Públicado em livros por Nuno Pais.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Rios Portugueses

Entre os dois países ibéricos partilhamos várias bacias fluviais principais: o Minho, o Lima , o Douro , o Tejo e o Guadiana, que no seu conjunto atingem quase metade da superfície dos dois países, algo a ter em conta no desenvolvimento de múltiplas actividades humanas e na relacção da nossa sociedade como meio.
A relacção entre Portugal e Espanha acerca da gestão dos rios partilhados destacou-se tradicionalmente por dar primazia aos aspectos relacionados com o seu exclusivo uso económico, em detrimento de qualquer outro.
O resultado é que devido à sobre exploração das bacias acabamos por perder por completo estes rios e apenas contamos agora com umas cadeias de barragens de águas poluídas, sem vestígios dos rios com a vida que sempre tiveram, enquanto prossegue a entrega dos nosso rios aos responsáveis de esta espoliação, como demonstram os planos para acabar com os únicos afluentes do Douro que fluem livremente na parte portuguesa, ou se anunciam propostas espanholas para pôr em regadio dezenas de milhares de hectares sem a mínima análise custo-benefício, tal como sucedeu com a barragem portuguesa Alqueva, a qual acabou com o que restava do Guadiana.
O resultado é a manifesta incompatibildade da política real da água nos dois países com o estabelecimento na Directiva-Quadro da Água da UE, sobretudo se  se tiver em conta que a Convênção de Albufeira sobre as bacias luso-espanholas reconhece explicitamente que  se tem de respeitar a repartição dos caudais de há meio século e que o sistema de concessões espanhol acarreta precisamenteo incumprimento radical da normativa europeia.
É obvio que os rios não são meros canais  por onde circula a água, da mesma maneira que um bosque não é um conjunto de madeira alinhada.
De idêntico modo, os sinais de identidade dos nossos territórios hão-de melhorar através do debate público, da participação e da transparência sem os quais jamais voltaremos  a usufruir de rios com vida.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

AS FARPAS

AS FARPAS

Ora aqui está uma coisa perfeitamente actual.
Se passaram 137 anos, ninguém deu conta disso..........


"As Farpas" de Eça de Queirós
137 anos depois...

«O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os
carácteres corrompidos.
A prática da vida tem por única direcção a conveniência.
Não há princípio que não seja desmentido.
Não há instituição que não seja escarnecida.
Ninguém se respeita.
Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos.
Ninguém crê na honestidade dos homens públicos.
Alguns agiotas felizes exploram.
A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia.
O povo está na miséria.
Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente.
O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado
como um inimigo.
A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.
Diz-se por toda a parte: o país está perdido!»


Escrito em 1871, por Eça de Queirós, no primeiro número d'As Farpas. 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Mulher Apaixonada, ao amado alentejano

Uma mulher apaixonada envia uma mensagem de texto, com muito amado alentejano:
Meu amor, se estás a dormir, envia-me os teus sonhos!
Se estás a rir, envia-me o teu sorriso!
Se estás chorando envia-me as tuas lágrimas!
Eu amo - te!
Ao que o homem respondeu:
Meu amor.... Estou cagando.
Queres que te envie alguma coisa.

Ó Ferreiro guarda a filha
Não a ponhas à Janela
Anda por aí um rapazinho
Que não tira os oolhos dela.

Vai tu, vai tu, vai ela
Vai tu p´ra terra dela.

Ó Ferreiro guarda a Filha,
Não a ponhas ao Postigo
Anda por aí um rapazinho
Que a quer levar consigo

És o meu gosto, és a minha opinião
Hei-de amar a moreninha, da raíz do coração

Ó Ferreiro guarda a filha
Não a ponhas ao portal
Anda por ái um rapazinho
Que a quer levar a bem ou a mal.
Quem avisa amigo é!!!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Zé Povinho = Última parte

Ninguém lhe levava a palma

A falta de arte no manejo das operações era largamente compensada pelo racíocinino pronto e pela ginástica do cálculo mental. Eu sou testemunha de tudo isso. Muitas vezes tinha de me vergar à reaçlidade. As contas mais complicadas não tinham para o "Zé" as dificuldades que atormentam a maior parte dos estudantes de hoje, que têm na sua máquina o que não lhes dá o raciocinio tacanho.
Nesses tempos, em que eu continuo a recordar com saudade o tal "Zé Povinho" também era levado por quem podia para o campo da política. Ele, que não percebia patavina do assunto, não podeia dizer que não a quem o levaria a votar. Era o senhorio, um senhor com poder e com grande influência que pedia e a tudo tinha de se prontificar. O "Zé" não sabia o que eram partidos e muito menso o que seria o Partido Progressista ou o Partiido regenerador. mas o senhorio mandava e não havia força para recusar.
Pa amansar a malta e levá-la a depositar na urna o voto conveniente havia sempre promessas tentadoras.Era um costume que não convinha quebrar. no fim da festança havia sempre mesa posta para o "Zé" tirar a barriguinha  de misérias. O voto era devidamente recompensado com arroz de forno, batatas assadas com carneiro, regadinho com o belo tinto, tudo à descrição. Assim se ganhavam votos.
O "Zé Povinho" de antanho, o tal que Bordalo Pinheiro tão fielmente retratou passou para o outro lado da História. O que ficou é outro, actual, moderno, que foi sendo moldado ao gosto de outros Senhores. Agora, com novo estatuto, fala grosso e bota faladura. Aprendeu modas e atira palavrôes de que ele próprio nem sempre sabe o significado. Mas é bonito e até sabe impressionar os auditórios.
Claro que o nosso "Zé Povinho" patego mas cauteloso e finório, inculto mas cheio de experiência da vida, não deixa de responder a tantas artimanhas à sua maneira, com o "manguito" bem conhecido, acompanhado do dito sardónico "Ora Toma"
Como após a tempestade sempre costuma vir a bonança atrevo-me a dizer como o "Seringador" ao terminar o juizo do ano: "DEUS SUPER OMNIA"
BOM ANO a todos se deseja. 

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Zé Povinho = continuação

Se foi assim que a Alemanha perdeu a Guerra. Mas infelizmente, também verdade que é assim que muitos deixam que quem nos des gorverna lhes façam. Não se importam nadinha!
A figura incomparável deste "Zé " toca muitas sensibildades, pois, talvez muitos saibam entendê-la. Embora o conhecido autor, irmão de outro grande vulto da pintura da época-Columbano- tenha nascido em 1846, em Lisboa e falecido em 23 de Janeiro de 1905. os usos e costumes de então ainda perduram.
O "Zé" continuou a ser por muitos anos o retrato fiel do povo humilde e trabalhador que sabia cultivar a terra e tirar dela tudo que de bom podia produzir. Ainda são muitos os que com eu, tenham nascido e vivido muitos anos em semelhante rusticidade, natural e deliciosa, que já passou à história. Que ficou dela? A lembrança que, por mais fiel que pretenda ser, não passará de uma lembrança.
A figura do "Zé Povinho" retrata, com um realismo brejeiro mas fidelíssimo, essa mesma lembrança.
Mesmo analfabeto sem conhecer um letra do tamanho de um carro de mato vivia a vida `asua maneira, restrita às suas minguadas larguezas. Talvez risse "para dentro" de muitos maganões doutorados na Faculdade da boa-Vida.
Para esses senhores, que pretendiam comê-lo por lorpa. o que o nosso Zé mais esperto do que os que julgavam sê-lo, tinha sempre a resposta adequada - o "manguito" - que feito com arte pelo seu braço forte e peludo, acompanhado por um "ora toma", valia mais do que qualquer sábio discurso.
Sim, o "Zé não sabia ler nem escrever. Nunca andara na escola e até seria capaz de pensar que ela não lhe fizera falta. Apesar disso ninguém lhe comia as papas na cabeça e quem lhas fizesse podia ter a certeza que um dia receberia a resposta. Em contas de cabeça ninguém lhe levava a palma.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Zé Povinho

Pode para muitos não fazer qualquer sentido, mas que tem um enorme sentido lá isso tem.
Admira-se aquela figura que tem um fascinio muito particular.
Admira-se aquela figura ratona e muito risonha, de estatura atarracda, porte desajeitado, um verdadeiro simplório de sorriso duvidoso e de olhar matreiro e espertalhão.
Aquela cara bochechuda e muito cvorada logo denuncia ser um amigo da pinga. todo aquele aspecto condiz com o resto: camisa aberta mangas arregaçadas, colete desabotoado, mãos nos bolsos das calças atrogalhadas e botainas ferradas à prova de fogo. Chapéu às três pancadas, baixo e derribado por cima das orelhas, barbicha à moda intonsa de orelha a orelha, todo aquele ti+o respira saúde, boa disposição, felicidade na modéstia do seu viver.
Chamaram a esta figura única " Zé Povinho" e, como já adivinharam, é uma das criações mais interessantes do grande artista que foi Rafael Bordalo Pinheiro.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Familia para onde vais?

Parece-me  que é mais que justificada esta séria  interpelação.
No actual contexto, quem poderá dar uma resposta séria e segura a esta enormíssima questão?
Estamo num tempo em que parece existir medo de uma família  robusta e autêntica. Fica a impressão de que se apoosta, antes, no seu enfraquecimento e que todos os ventos sopram, os políticos, sociais e outros, estão contra ela!
São os governantes que se empavoam, alardeando falsas liberdades e bizarras igualdades; é o Fisco que penaliza mais fortemente as Famílias regulares e estáveis são os estatutos laborais que empurram marido, esposa e filhos, dispersando-os durante o dia inteiro por distâncias inconcebíveis e com horários absurdos; são as atitudes sub-reptícias de aniquilamento da ética e da mporal: são todas as tentivas, claras ou encoberta, da desvalorização familiar.
Para lá destas conclusões a que se chega fácilmente, e que numa lógica sem um infímo de nexo, sabe-se o que as familias portuguesas não quererão viver ainda pior no futuro, perdendo-se os valores mais importantes..

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bem Feito

Já havia aqui no Alentejo antecedentes nesta familia por o marido se chamar Contente. Bem Feeito a sua esposa Maria Contente, tinham duas filhas; a Fe3licidade e a Alegria e um porco que se chamava o Cagalhão.
No dia da matança do Cagalhão, morre o Sr. Bem Feito....
Mo funeral a esposa infeliz gritava:
_ " Morreste Bem Feito, deixaste a Maria Contente, ao lado da Felicidade e da Alegria e nem, do Cagalhão comeste uma fatia.
Pois é:
- Quem Cabritos vende e Cabras não tem certamente fodeu  alguém.
Deitar cedo e cedo erguer, só se for para foder.
Em terra onde a vista a todos falta, quem tem um olho enraba toda a malta....

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Mudar de Sexo !!!

Sabia que o Antigo Enfermeiro da Naval agora é ela.
 Que os carros na América onde foram espalhadas as cinzas do Carlos Castro agora para lhe prestar homenagem pegam todos de marcha atrás.
Que o ex-deputado português Jorge Nuno de Sá  conheceu o agora marido nas Caraibas "o venezuelano Carlos Yanez" e que em Cuba onde se encontravam ambos a acompanhar familares a recuperar de doenças prolongadas começaram a amar-se, mas lá em Cuba é proble do Fiel e do Raúl.
Também que os peixes no Douro junto à Ribeira tal a polição ao nascer já tinham mudado de sexo.
O não sabiam certamente era que que uma Tartaruga gigante quando o seu tamanho, pode variar entre os 201 e 400 centímetros, bem como os seus 300 quilos, que faziam desta garoupa-gigante (epinehelus lanceolatus) uma espécie curiosa.
No entanto a vida passada em abrigos fixos, estratégicamente localizados em buracos ou corais com pouca profundidade, esconde ainda uma característica bastante peculiar (especial): o hermafroditismo. Apesar de nascer fêmea, garoupa-gigante pode transformar-se em macho.
Aléluia. Viva o Machismo (brincadeira minha).
Para tal é necessário que exista uma pressão populacional de juvenis para que a fêmea de maior seja induzida a iniciar a mudança de sexo
E Esta Heim....  Que os machos se desforram de quando eram fêmeas e sejam felizes.

Não digas que não sabes!!!

Porque sabes que eu agora quero sorrir. Porque tenho gosto, tenho vida!
Porqur já deswpejei a "selha de lágrimas". Talvez por ter reencontrado o corpo  ausente.
Sabes eu redescobri as manhãs com que já tinha vivido e sempre quis e desejei voltar a ter,
Não estou magoado, apenas e só comigo! Não quero de novo a voltar a ser infeliz.
Acredita que não tenho dúvidas que hoje sou muito mais feliz!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Moçambique Veio à mesa do Café (Por amor)

Ao acaso e depois de já muita vezes termos mantido pequenos diálogos, mas sempre em torno do nosso Sporting já que o meu novo amigo "a partir de hoje" é um Jovem que nascido em Moçambique, mesmo que de lá tenha saído aos seis anos de Idade, mas que já lá voltou para gozar férias e visitar a sua familia  que lá continuam á excepção de seus Pais que se encpontram cá, mas que esperam regressar a Moçambique no próximo porque querem  viver os seus dias que ainda lhe restam "desejo-lhe que sejam muitos anos" nosso também Moçambique.
Falamos da Rua do Crime, do Hospital de S. José que fica próximo do local onde ele nasceu.
Pertencente à Familia dos Bezerras Santos e sendo seu Avô natural de Barcelos. Mas seu Avô foi para Timor e ali nasceu o seu Pai que com dezoito anos de idade veio para Lourenço Marques e conhceu sua Mãe.
     Vieram para *Portugal após o 25 de Abril de 1974 mas não resistem ao Amor  e Saudade e preparam-se para regressar no próximo ano.
 Mais desenvolvimentos amanhã  a continuação dos encontros hoje.
como Até o Padre Falha!!! (Assunto MOçambique e continuação da conversa tida hoje com o Amigo Moçambicano.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Navegando a Caminho de África

Muitas coisas boas, más e péssimas se passaram nesta Viagem de Independência às Ex-Colónias.

Cabo Verde, S. Tomé e Principe, Moçambique, Tanzânia e Angola.
Mar encrispado.
Para não aturar esta cambada de politiqueiros que apenas e só se procuram governa a si e sua clientela e como só vejo da mesma farinhe dentro do saco!!! Vou imaginar  que viajo para um realizar um sonho  de plena felicidade.